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1.
Medicina (Ribeiräo Preto) ; 43(2): 134-142, abr.-jun. 2010.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-588283

ABSTRACT

Vários estudos observacionais apontam forte associação entre hiperglicemia nos pacientes hospitalizados e desfechos clínicos desfavoráveis, incluindo tempo de internação prolongado, infecção, incapacidade após alta hospitalar e morte. A Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos (AACE) e a Associação Americana de Diabetes(ADA) sugerem que a insulinoterapia seja iniciada para o tratamento de hiperglicemia persistente a partir de níveis de glicemia de 180 mg/dL. Para a maioria dos pacientes não críticos internados, a metaglicêmica pré-prandial é <140 mg/dL e a casual <180mg/dL. O esquema de insulinização basal-bolus em associação com doses corretivas ou suplementares para o controle da hiperglicemia pré-prandial é a abordagem recomendada. O plano de alta, a educação do paciente durante a internação e a comunicação clara com os cuidadoressão fundamentais para garantir transição segura para o manejo ambulatorial da glicemia.


Several observational studies suggest a strong association between inpatient hyperglycemia (with or without diabetes) and adverse clinical outcomes, including prolonged hospitalization, infection, disability after hospital discharge and death.The American Association of Clinical Endocrinologists (AACE) and American Diabetes Association (ADA) suggest that insulin therapy is initiated for the treatment of persistent hyperglycemia from glucose levels of 180mg/dL. For most noncritically inpatients, usually the goal of premeal blood glucose should be<140mg/dL and random blood glucose < 180mg/dL. The scheme of basal-bolus insulin, in combination with corrective or additional doses to control premeal hyperglycemia is the recommended approach. Discharge planning, patient education and clear communication with outpatient providers are critical forensuring a safe transition to outpatient glycemic management.


Subject(s)
Humans , Convulsive Therapy , Diabetes Mellitus , Hyperglycemia , Hypoglycemia
2.
Medicina (Ribeiräo Preto) ; 43(2): 118-125, abr.-jun. 2010.
Article in Portuguese | LILACS | ID: lil-588281

ABSTRACT

A infecção do trato urinário (ITU) é uma das causas mais comuns de infecção na população geral. É mais prevalente no sexo feminino, mas também acomete pacientes do sexo masculino principalmente quando associada à manipulação do trato urinário e à doença prostática. A ITU pode ser classificada quanto à localização em ITU baixa (cistite) e ITU alta (pielonefrite) e quanto à presença de fatores complicadores em ITU não complicada e ITU complicada. A ITU é complicada quando estão presentes alterações estruturais ou funcionais do trato urinário ou quando se desenvolve em ambiente hospitalar. Na ITU não complicada a Escherichia coli é a bactéria responsável pela maioria das infecções enquanto nas ITUs complicadas o espectro de bactérias envolvido é bem mais amplo incluindo bactérias Grampositivas e Gram negativas e com elevada frequência organismos multirresistentes. ITU é definida pela presença de 100.000 ufc/mL. Os sinais e sintomas associados à ITU incluem polaciúria, urgência miccional, disúria, hematúria e piúria. A escolha da terapia antimicrobiana para a ITU varia de acordo com a apresentação da infecção, hospedeiro e agente. Estratégias envolvendo diferentes esquemas terapêuticos de acordo com grupos específicos de pacientes maximizam os benefícios terapêuticos, além de reduzir os custos, as incidências de efeitos adversos e o surgimento de microrganismos resistentes.


Urinary Tract Infection (UTI) is one of the most common causes of infection in the general population. Itis more prevalent in females, but also affects male patients especially when associated with manipulation of the urinary tract and prostate disease. The UTI can be classified according to location in lower UTI (cystitis) and high UTI (pyelonephritis) and according the presence of complicating factors in uncomplicated UTI and complicated UTI. The ITU is complicated when structural or functional abnormalities of the urinary tract are present or when it develops in the hospital. In uncomplicated UTI, Escherichia coli is the bacteria responsible for most infections while in complicated UTIs the bacterial spectrum involved is much broader including Gram positive and Gram-negative and high-frequency multi-resistant organisms. UTI is defined by the presence of 100000 cfu/mL. Signs and symptoms associated with UTI include urinary frequency, urinary urgency, dysuria, hematuria and pyuria. The choice of antimicrobial therapy for UTI varies with the presentation of the infection, host and agent. Strategies involving different treatment regimens according to specific patient groups maximize the therapeutic benefits and reduce costs, the incidences of adverse effects and the emergency of resistant organisms.


Subject(s)
Humans , Bacteriuria , Cystitis , Urologic Diseases , Pyelonephritis , Urinary Tract/pathology
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